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	<title>O pragmático</title>
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	<description>Conduza a Vigília. Revide as sombras.</description>
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		<title>O pragmático</title>
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		<title>Ao fundo da noite.</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 22:43:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós vivemos uma vida que não tem amanhã Sem passado, presente ou futuro, vivemos nossas própria regras Oprimidos pela inocência que o mundo nos tirou Vivemos todos os dias na ausência da luz Apenas um beijo poderia unir tais amantes Nós somos a própria noite Viveremos para sempre Se entregue ao desejo do coração Não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=170&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós vivemos uma vida que não tem amanhã</p>
<p>Sem passado, presente ou futuro, vivemos nossas própria regras</p>
<p>Oprimidos pela inocência que o mundo nos tirou</p>
<p>Vivemos todos os dias na ausência da luz</p>
<p>Apenas um beijo poderia unir tais amantes</p>
<p>Nós somos a própria noite</p>
<p>Viveremos para sempre</p>
<p>Se entregue ao desejo do coração</p>
<p>Não sentimos vergonha dos animais que somos</p>
<p>A pele branca amaldiçoada com uma antiga fome assasina</p>
<p>Estamos presos ao feitiço do luar</p>
<p>Porém nós nunca nos sentimos tão vivos</p>
<p>Enquanto isso a cidade chuvosa brilha</p>
<p>E nossos corações somente pensam na noite que acaba de começar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/170/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=170&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A liça</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 21:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Só não digo que foi a pior semana da minha vida, graças a uma semana que perdi o que me era mais importante no passado. Mas com certeza foi a semana mais complicada. Claro que eu estava mentindo pra mim quando dizia em pensamentos que eu não iria me arriscar na liça&#8230; Eu tentava me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=167&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só não digo que foi a pior semana da minha vida, graças a uma semana que perdi o que me era mais importante no passado. Mas com certeza foi a semana mais complicada.</p>
<p>Claro que eu estava mentindo pra mim quando dizia em pensamentos que eu não iria me arriscar na liça&#8230; Eu tentava me enganar. Mas essa era a única forma de mostrar a minha soberania, o meu brasão, o meu sangue, a minha força. Acima de tudo era minha chance de relembrar a todos que Catarina foi uma das grandes, e que eu como criança dela tenho um pouco dela dentro de mim.</p>
<p>Ahhh Catarina como ficaria feliz ao ver seu sorriso de satisfação quando o velho burlandy teve que admitir que eu era agora campeão. Aquele momento sintetizou tudo o que sempre sonhamos, ve-lo estremecer quando o chamei a liça, ve-lo tremer ao sentir meu ódio, ve-lo temer a força que ele mesmo criou quando a fez desaparecer! Não posso esquecer o momento em que ele entrou em minha liça, hahaha. Mesmo fraco e machucado ousei mudar apenas para faze-lo cair ao chão. Meus dentes a poucos centimetros de sua face, o cheiro de seu medo me fez rir. Mas quem pode negar algo ao campeão, ele foi obrigado a ficar frente a frente a seu maior medo. Mas como você ordenaria fui nobre e voltei a mim, falei a todos que devem lembrar da boa Catarina, aquela que entregou sua vida ao seu amor. Aquela que me ensinou. Ahhhh Catarina como sinto falta de seus ensinamentos.</p>
<p>Ahhhh Catarina, fui jogado ao chão, fui pisado, fui mordido&#8230; Quase tombei, quase me juntei a você nos grandes campos, mas eu não poderia cair para sempre&#8230; Não eu, existem jovens que se apoiam no velho Hasselt o cara que sempre levanta quando cai. Eu me tornei o que você sempre quis que eu fosse&#8230; Agora sou um simbolo, aos jovens ofereço meu sangue, aos velhos ofereço minha furia, ao pai de meu pai, ofereço o animal que me tornei!</p>
<p>Minhas crianças me amam, e dentro delas Catarina nunca morrerá. Do garoto que virou homem, do filhote que virou alfa, do pior que se tornou o melhor, onde quer que esteja. Eu te amo. Nunca vou esquecer que vocês dois se foram por mim. Sua memória será eterna. Os lobos não podem gritar e por uma vez, eu lamento, pois teria gritado com toda as forças de meus pulmões se a visse naquela liça!</p>
<p>Agora eu preciso ir, minhas costas ainda doem como se eu tivesse sido atropelado por um caminhão. Reze por mim Catarina, me vigie onde estiver.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/167/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=167&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A força do sangue</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 22:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes não ouvi a expressão; é a força do seu sangue Hass. Lembro que quando encontrei Catarina pela primeira vez ela disse sobre a força do nosso sangue pelo menos três vezes! Eu mesmo dizia isso quando me levantava de algo que deveria me deixar no chão. As primeiras palavras sempre eram; Não se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=165&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes não ouvi a expressão; é a força do seu sangue Hass. Lembro que quando encontrei Catarina pela primeira vez ela disse sobre a força do nosso sangue pelo menos três vezes! Eu mesmo dizia isso quando me levantava de algo que deveria me deixar no chão. As primeiras palavras sempre eram; Não se preocupa! É a força do meu sangue! Pois bem, agora sei de onde surgiu essa expressão, mas eu nunca pensaria que a expressão &#8220;A força do sangue&#8221; vem do sangue de uma mulher! Como sempre parece que as mulheres tem um forte talento para mudar a história de gerações. Mas não serei eu a amaldiçoar a pobre Rita.</p>
<p>Em primeiro lugar devo me curvar ao talento da família Chamberlain que vem ao longo de todos esses anos escrevendo a história de sua família em conjunto a minha, hoje ouso dizer que somos apenas uma família dividida por diferentes nomenclaturas. Agradeço ao meu amigo Borges Chamberlain por sua tradução do primeiro livro escrito por seu ancestral que remete a história de meu ancestral. Somente você faz o latim, o grego e o italiano soarem tão simples. Me curvo a sua sabedoria Chamberlain.</p>
<p>Entendo que o texto possa parecer confuso, mas ouso pecar neste sentido, pois o posto aqui por puro egoísmo, pois não quero esquecer essas páginas, e mesmo que eu perca meu HD, ele estará aqui para me explicar o motivo do meu coração já ter sentido tantas dores.</p>
<p>Por Rita, sua dor não terá sido em vão enquanto os novos me chamarem de Hass, os velhos de Hasselt e meus amigos de Ricardo. Sua honra não será violada por minhas ações.</p>
<p>Ouso pecar novamente em tamanha admiração a família Chamberlain. Obrigado Borges, és um valioso amigo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=165&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A força do sangue II</title>
		<link>http://opragmatico.wordpress.com/2010/01/30/a-forca-do-sangue-ii/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Passado algum tempo, Pastrionni tornou-se alvo das atenções gerais. Citavam-se por parte desse chefe de bandidos rasgos de audácia extraordinários e de revoltante brutalidade. Um dia, raptou uma moça, filha do agrimensor de Frosinone. As leis dos bandidos são positivas: uma moça pertence primeiro àquele que a raptou e depois os outros tiram à sorte [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=162&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passado algum tempo, Pastrionni tornou-se alvo das atenções gerais. Citavam-se por parte desse chefe de bandidos rasgos de audácia extraordinários e de revoltante brutalidade.</p>
<p>Um dia, raptou uma moça, filha do agrimensor de Frosinone. As leis dos bandidos são positivas: uma moça pertence primeiro àquele que a raptou e depois os outros tiram à sorte e a desgraçada tem de se submeter aos prazeres de toda a quadrilha até os bandidos a abandonarem ou ela morrer.</p>
<p>Quando os pais são bastante ricos para resgatá-la, mandam-lhe um mensageiro tratar do resgate. A cabeça da prisioneira responde pela segurança do emissário. Se o resgate é recusado, a prisioneira está irremediavelmente condenada.  A moça tinha um apaixonado na quadrilha de Pastrionni, chamado Lavinio. Ao reconhecer o rapaz, a jovem estendeu-lhe os braços e julgou-se salva. Mas o pobre Lavinio, quando viu de quem se tratava, sentiu o coração despedaçado, pois não tinha quaisquer dúvidas acerca da sorte que esperava a amada.</p>
<p>No entanto, como era o favorito de Pastrionni, como havia três anos que compartilhava os seus perigos e como lhe salvara a vida abatendo a tiro de pistola um carabineiro que tinha já o sabre levantado sobre a cabeça do chefe, esperou que Pastrionni tivesse compaixão da moça. Chamou portanto o chefe à parte, enquanto a jovem, sentada junto do tronco de um grande pinheiro que se erguia no meio de uma clareira da floresta, transformava em véu o toucado pitoresco das camponesas romanas e escondia o rosto aos olhares luxuriosos dos bandidos. Lavinio contou tudo ao chefe: os seus amores com a prisioneira, os seus juramentos de fidelidade, e como todas as noites, desde que se encontravam nos arredores, se namoravam numas ruínas.</p>
<p>Precisamente na noite do rapto, Pastrionni mandara Lavinio a uma aldeia vizinha e ele não pudera comparecer ao encontro; mas Pastrionni passara por ali por acaso, segundo dissera, e fora então que raptara a jovem.</p>
<p>Lavinio suplicou ao chefe que abrisse uma exceção a seu favor e respeitasse Rita, dizendo-lhe que o pai era rico e pagaria um bom resgate. Pastrionni pareceu ceder às súplicas do amigo e encarregou-o de arranjar um pastor que pudessem mandar a casa do pai de Rita, em Frosinone. Então, Lavinio aproximou-se muito contente da moça, disse-lhe que estava salva e convidou-a a escrever uma carta ao pai contando-lhe o que lhe acontecera e comunicando-lhe que o seu resgate fora fixado em trezentas fiorinos.Concediam ao pai apenas o prazo de doze horas, isto é, até ao dia seguinte às nove horas da manhã. Escrita a carta, Lavinio apoderou-se imediatamente dela e correu para a planície em busca de um mensageiro. Encontrou um jovem pastor que recolhia o rebanho. Os mensageiros naturais dos bandidos são os pastores, que vivem entre a cidade e a montanha, entre a vida selvagem e a vida civilizada.</p>
<p>O jovem pastor partiu imediatamente, prometendo chegar antes de uma hora a Frosinone.</p>
<p>Lavinio voltou para trás muito contente, disposto a ir ter com a amada e dar-lhe a boa nova. Encontrou a quadrilha na clareira, onde ceava alegremente provisões que os bandidos exigiam aos camponeses como um tributo. Em Vão procurou Pastrionni e Rita no meio dos alegres convivas.</p>
<p>Perguntou onde estavam; os bandidos responderam com uma grande gargalhada. Um suor frio correu pela testa de Lavinio e sentiu a angústia agarrá-lo pelos cabelos.</p>
<p>Repetiu a pergunta. Um dos convivas encheu um copo de vinho de Orvietto e estendeu-lhe dizendo: À saúde do bravo Pastrionni e da bela Rita!</p>
<p>Nesse momento Lavinio julgou ouvir um grito de mulher. Adivinhou tudo.</p>
<p>Pegou no copo, partiu-o no rosto do que lhe apresentava e correu na direção do grito. Dados cem passos, atrás de uma moita, encontrou Rita desmaiada nos braços de Pastrionni.</p>
<p>Ao ver Lavinio, Pastrionni levantou-se com um punhal em cada mão. Os dois bandidos olharam-se um instante. Um com o sorriso da luxúria nos lábios, o outro com a palidez da morte na fronte.</p>
<p>Diria-se ir acontecer entre os dois homens algo terrível. Mas, pouco a pouco, o rosto de Lavinio descontraiu-se, e a sua mão, que levara ao cabo de do punhal que trazia à cintura, largou-a e pendeu-lhe ao lado do corpo.</p>
<p>Rita estava deitada entre ambos. O luar iluminava a cena.</p>
<p>Então, fizeste o recado de que te encarregaste? &#8211; perguntou-lhe Pastrionni.</p>
<p>Fiz, sim, capitão &#8211; respondeu Lavinio &#8211;, e amanhã, antes das nove horas, o pai de Rita estará aqui com o dinheiro.</p>
<p>Ótimo! Entretanto, vamos passar uma noite divertida. A moça é encantadora e não há dúvida que tens bom gosto, mestre Lavinio. Por isso, como não sou egoísta, vamos voltar para junto dos camaradas e tirar à sorte a quem pertencerá agora.</p>
<p>Assim, decidiu entregá-la à lei comum? &#8211; perguntou Lavinio.</p>
<p>E porque abriríamos exceção a seu favor?</p>
<p>Julguei que o meu pedido&#8230;</p>
<p>Que é você mais do que os outros?</p>
<p>Tem razão.</p>
<p>Mas sossegue &#8211; prosseguiu Pastrionni rindo &#8211;, mais tarde ou mais cedo a sua vez chegará.</p>
<p>Lavinio apertou os dentes com força.</p>
<p>Vamos &#8211; disse Pastrionni, dando um passo na direção dos convivas. – Não vem?</p>
<p>Já vou&#8230;</p>
<p>Pastrionni afastou-se sem perder de vista Lavinio, receando sem dúvida que o atacasse por trás. Mas nada no bandido denunciava uma intenção hostil</p>
<p>Estava de pé, com os braços cruzados, junto de Rita, que continuava desmaiada.</p>
<p>Por instantes Pastrionni pensou que o rapaz a tomasse nos braços e fugisse com ela. Mas isso pouco lhe importava agora; possuíra Rita, como pretendia, e quanto ao dinheiro, trezentos fiorinos divididos pela quadrilha eram tão pouco que não se importava muito perdê-las.</p>
<p>Continuou pois o seu caminho para a clareira. Mas com grande espanto seu Lavinio chegou lá quase ao mesmo tempo que ele.</p>
<p>A tiragem à sorte! A tiragem à sorte! &#8211; gritaram todos os bandidos ao verem o chefe.</p>
<p>E os olhos de todos aqueles homens brilharam de embriaguez e lascívia, enquanto as chamas da fogueira lançavam sobre as suas pessoas, um clarão avermelhado que os fazia parecerem demônios.</p>
<p>O que pediam era justo. Por isso, o chefe fez um sinal com a cabeça, anunciando que aquiescia ao pedido. Meteram-se todos os nomes num chapéu, o de Lavinio como os dos outros, e o mais novo da quadrilha tirou da urna improvisada um boletim.</p>
<p>O boletim tinha o nome de Diavolaccio. Era o mesmo que propusera a Lavinio o brinde à saúde do chefe e a quem Lavinio respondera quebrando-lhe o copo no rosto.</p>
<p>Um grande ferimento aberto da têmpora à boca deixava correr o sangue aos borbotões.</p>
<p>Ao ver-se assim favorecido pela sorte, Diavolaccio soltou uma gargalhada.</p>
<p>Capitão &#8211; disse &#8211;, há pouco, Lavinio não quis beber à sua saúde. Convide-o agora a beber à minha, talvez seja mais condescendente consigo do que comigo.</p>
<p>Todos esperavam uma explosão da parte de Lavinio; mas com grande surpresa de todos, pegou num copo e numa garrafa, encheu o copo e disse com voz perfeitamente calma: À tua saúde, Diavolaccio.</p>
<p>E bebeu o conteúdo do copo sem que a mão lhe tremesse. Depois se sentou ao pé da fogueira e pediu: A minha parte da ceia! A corrida que acabo de fazer abriu-me o apetite.</p>
<p>Viva Lavinio! &#8211; gritaram os bandidos.</p>
<p>Sim, senhor, isto é o que se chama levar as coisas como companheiro!</p>
<p>E todos refizeram o círculo à volta da fogueira, enquanto Diavolaccio se afastava.</p>
<p>Lavinio comia e bebia como se nada se tivesse passado. Os bandidos olhavam-no com espanto, sem compreenderem aquela impassibilidade, quando ouviram passos pesados ressoarem no chão atrás deles.</p>
<p>Viraram-se e viram Diavolaccio com a moça nos braços.</p>
<p>Ela tinha a cabeça inclinada para trás e os seus longos cabelos pendiam até ao chão.</p>
<p>À medida que entravam no círculo da luz projetada pela fogueira, notava-se cada vez mais a palidez da jovem e do bandido.</p>
<p>Aquela aparição tinha qualquer coisa de tão estranho e solene que todos se levantaram, exceto Lavinio, que ficou sentado e continuou a comer e beber como se nada se passasse à sua volta.</p>
<p>Diavolaccio continuava a avançar no meio do mais profundo silêncio, e depositou Rita aos pés do capitão.</p>
<p>Então, todos verificaram a causa da palidez da jovem e do bandido: Rita tinha uma faca cravada até ao cabo por baixo do seio esquerdo.</p>
<p>Todos os olhos se viraram para Lavinio. A bainha que trazia à cintura estava vazia.</p>
<p>Ah, ah! &#8212; exclamou o chefe. &#8212; Compreendo agora por que motivo Lavinio ficou para trás.</p>
<p>Toda a natureza selvagem está apta a apreciar uma ação forte. Por isso, embora talvez nenhum dos bandidos fosse capaz de fazer o que fizera Lavinio, todos compreenderam o seu ato.</p>
<p>Vejamos &#8212; disse Lavinio, levantando-se por sua vez e aproximando-se do cadáver com a mão na coronha de uma das suas pistolas &#8211;, ainda há alguém que me queira disputar esta mulher?</p>
<p>Não &#8212; respondeu o chefe &#8211;, é tua!</p>
<p>Então, Lavinio tomou-a por seu turno nos braços e levou-a para fora do círculo de luz que projetava a chama da fogueira.</p>
<p>Pastrionni dispôs as sentinelas como de costume e os bandidos deitaram-se envoltos nas suas capas à roda da fogueira.</p>
<p>À meia-noite, uma sentinela deu o alerta e num instante o chefe e os companheiros levantaram-se.</p>
<p>Era o pai de Rita, que vinha pessoalmente trazer o resgate da filha.</p>
<p>Tome &#8211;disse a Pastrionni, estendendo-lhe uma bolsa de dinheiro. &#8211; Estão aí trezentas fiorinos, restitua-me a minha filha.</p>
<p>Mas o chefe, sem pegar o dinheiro, fez-lhe sinal para que o seguisse. O velho obedeceu. Ambos se afastaram para debaixo das árvores, através de cujos ramos se filtrava o luar. Por fim, Pastrionni deteve-se, estendeu a mão e indicou ao velho duas pessoas reunidas ao pé de uma árvore.</p>
<p>Vê? &#8212; disse-lhe. &#8212; Pede a tua filha a Lavinio, é ele que a tem de entregar. E voltou para junto dos companheiros.</p>
<p>O velho ficou imóvel e com os olhos fixos. Pressentia que qualquer desgraça desconhecida, imensa, inaudita, lhe pairava sobre a cabeça. Por fim, deu alguns passos para o grupo informe, que não conseguia identificar.</p>
<p>Ao ouvir o ruído que o velho fazia ao avançar ao seu encontro, Lavinio levantou a cabeça e as formas das duas pessoas surgiram mais distintas aos olhos do velho.</p>
<p>Deitada no chão encontrava-se uma mulher, com a cabeça pousada nos joelhos de um homem sentado e inclinado sobre ela. Fora ao endireitar-se que o homem descobrira o rosto da mulher que apertava ao peito.</p>
<p>O velho reconheceu a filha e Lavinio reconheceu o velho.</p>
<p>Esperava-te &#8212; disse o bandido ao pai de Rita.</p>
<p>Miserável! &#8211; gritou o velho. &#8211; O que você fez? E olhava com terror Rita, pálida, imóvel, ensangüentada, com uma faca espetada no peito.</p>
<p>Um raio de luar batia nela e iluminava-a com uma luz baça.</p>
<p>Pastrionni violou a tua filha &#8211; disse o bandido &#8211; e como eu a amava, matei-a. Porque depois dele iria servir de joguete de toda a quadrilha.</p>
<p>O velho não disse nada; apenas se tornou pálido como um espectro.</p>
<p>Agora &#8211; disse Lavinio &#8211; se fiz mal, vingue-a. E arrancou a faca do seio da moça, levantou-se e foi oferecê-la com uma das mãos ao velho, enquanto com a outra afastava a jaqueta e lhe oferecia o peito nu.</p>
<p>Fez bem &#8211; disse-lhe o velho, numa voz abafada. &#8211; Abraça-me meu filho. Lavinio lançou-se soluçando nos braços do pai da amada. Eram as primeiras lágrimas que vertia aquele homem sanguinário.</p>
<p>Agora &#8211; disse o velho a Lavinio &#8211; ajude-me a enterrar a minha filha.</p>
<p>Lavinio foi buscar duas enxadas e o pai e o apaixonado abriram uma cova ao pé de um carvalho cujos ramos frondosos deveriam cobrir a sepultura da jovem.</p>
<p>Uma vez a cova aberta, o pai foi o primeiro a beijar a filha e depois o apaixonado. Em seguida, segurando-a um pelos pés e o outro pelos braços, desceram-na à cova.</p>
<p>Finalmente, ajoelharam-se um de cada lado e rezaram as orações dos mortos.</p>
<p>Quando terminaram, cobriram o cadáver de terra até a cova ficar cheia.</p>
<p>Então, estendendo-lhe a mão, o velho disse a Lavinio: Obrigado, meu filho! Agora, deixe-me sozinho.</p>
<p>Mas&#8230;</p>
<p>Deixe-me, te ordeno.</p>
<p>Lavinio obedeceu, foi juntar-se aos camaradas, enrolou-se na sua capa e em breve pareceu tão profundamente adormecido como os outros. Na véspera decidira mudar-se de acampamento.</p>
<p>Uma hora antes de amanhecer, Pastrionni acordou os seus homens e deu ordem de partida.</p>
<p>Mas Lavinio não quis deixar a floresta sem saber o que acontecera ao pai de Rita.</p>
<p>Dirigiu-se para o lugar onde o deixara. Encontrou o velho enforcado num dos ramos do carvalho que sombreavam a sepultura da filha.</p>
<p>Fez então sobre o cadáver de um e a campa da outra o juramento de vingar ambos.</p>
<p>Mas não pode cumprir o juramento, porque dois dias mais tarde, num reencontro com os soldados romanos, Lavinio foi morto.</p>
<p>Simplesmente causou estranheza que, estando de frente para o inimigo, tivesse recebido uma flecha entre as espáduas. Mas a estranheza cessou quando um dos bandidos observou aos seus camaradas que Pastrionni se encontrava dez passos atrás de Lavinio quando Lavinio caíra.</p>
<p>Na manhã da partida da floresta de Frosinone, Pastrionni seguira Lavinio na obscuridade, ouvira o juramento que ele fizera e, como homem precavido que era, antecipara-se.</p>
<p>Passaram-se dois anos e todos nós já havíamos esquecido este triste acontecimento. Mas o que nenhum de nós contava era que Lavinio havia sobrevivido. Eu era o melhor amigo de Lavinio, fora criado ao seu lado, e um dia quando visitava Florença a fim de me preparar para o carnaval e eis que encontro Lavinio melhor do que nunca.</p>
<p>Ele me disse para não voltar ao acampamento, pois iria trabalhar essa noite. Aceitei a recomendação e somente pisei no acampamento na manhã seguinte.</p>
<p>O acampamento mais parecia um matadouro do que o refúgio de bandidos parecia que uma criatura sedenta por sangue havia encontrado aqueles homens e os sacrificado em prol de sua bestialidade. Pastrionni fora obviamente torturado por algo que continha ódio dentro de si, levou algum tempo para que eu encontrasse todos os membros do antigo chefe dos bandidos.</p>
<p>Momentos depois Lavinio apareceu e me explicou tudo que aconteceu&#8230; Eu parti ao seu lado para a bela Bélgica onde agora Lavinio era senhor das terras dos pântanos de Hasselt. O Antigo bandido prosperou e se tornou o forte Conde de Hasselt.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/162/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=162&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Série de fatos</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 17:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo começa na infância correto? Parece que meu pai tinha todas as qualidades necessárias para ser o que hoje eu sou&#8230; Depois de anos descubro que meu pai tinha todos os &#8220;sintomas&#8221; de que seria o novo Hasselt, até mesmo a maior das provas estava ao lado dele, seu nariz sangrava frenquentemente, assim como o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=161&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começa na infância correto? Parece que meu pai tinha todas as qualidades necessárias para ser o que hoje eu sou&#8230; Depois de anos descubro que<br />
meu pai tinha todos os &#8220;sintomas&#8221; de que seria o novo Hasselt, até mesmo a maior das provas estava ao lado dele, seu nariz sangrava frenquentemente,<br />
assim como o meu, e como o do meu bizavô Lucien. Meu pai sofreu por anos com esses sangramentos, desde sua infância até os dezenove anos, quando seus<br />
ossos tentam se adaptar a uma melhor posição sempre vem o sangramento, tudo indicava que meu pai seria o novo &#8220;escudo&#8221; da família, meu avô teve raiva,<br />
meu pai não entendia, mesmo com tudo apontando para ele a mudança nunca aconteceu, parece que a natureza decidiu abandonar meu pai e deixar seu &#8220;presente&#8221;<br />
para a próxima geração. Depois que Borges me contou essa história eu entendi, eu tenho culpa por ser Hasselt, meu pai tinha todas as funções físicas<br />
favoraveis para mudar, mas não tinha as condições psicológicas para isso, meu pai nunca nasceu para ser um anjo da vingança, meu pai nunca teve raiva<br />
dentro de si&#8230; Diferente de seu filho que não se conformava somente em assistir. A natureza me escolheu por ter um temperamento que me tornava um<br />
sobrevivente.<br />
Ainda me lembro de quando meu nariz sangrava e eu me assustava&#8230; Aos quinze anos disseram que iria parar, e parou. Mas algo começou, e nossa aquele<br />
algo havia me transformado, tantas mudanças, tantas perdas, tantas vidas, eu não ganharia um fardo que não fosse possível aguentar&#8230; Este era meu<br />
pensamento, mas isso foi bom, antes eu do que meu pai. Meu coração pode aguentar viver desta maneira, minha mente pode suportar toda aquela dor, e meu<br />
corpo se recupera daqueles sangramentos. Se alguém deve sofrer o fardo de ter nos ombros uns instinto tão primitivo, uma responsabilidade tão grande,<br />
que seja eu. Pois eu que me via como uma criatura bestial me ajoelho perante ao amor que sinto por meu pai, me curvo aos sacrifícios que faria para que<br />
ele nunca vestisse a pele de Hasselt. Que eu sangre, que eu caia, que eu me quebre, que eu morra, mas que meu pai viva, seja feliz e sereno.</p>
<p>Que Hasselt não seja a pele de meus filhos, que Hasselt seja esquecido, que a raiva seja esquecida, que a glória de um passado confuso fique presa<br />
apenas em minha mente e entre um pequeno circulo de pessoas amaldiçoadas por um instinto primordial. Mas ninguém mais sabe a minha dor, a dor que<br />
aflinge somente as criaturas que estão no topo, pois dentro de Hasselt o grande algoz de criaturas desavisadas que entram em nosso plano, o forte<br />
Hasselt, capaz de inflamar seus companheiros com sua fúria, Hasselt o grande escudo, por dentro apenas chora, um choro por ajuda, pois dentro de cada<br />
grande predador existe a culpa por todas as mortes.</p>
<p>E agora o que virá? Se mandarem mais 3 anos de tempestades, relampagos e frio saibam que eu estarei de pé no final, pois a raiva que corre em meu sangue<br />
me manterá aquecido, as tempestades serão aliadas, farão barulho e assim não ouviram minhas pegadas, e farei dos relampagos minhas armas.</p>
<p>Querido avô, meu maior golpe contra você, será construir uma boa família, amar somente a uma mulher e construir tudo aquilo que você nunca foi capaz.<br />
Meus filhos irão me amar, os seus te odeiam, minha mulher não terá o que reclamar de mim, conheço o sacrifício e farei isso por ela, a sua esta insana<br />
graças a seus atos. E as vagabundas que vc passou os últimos 50 anos em suas camas agora não se lembram mais de você.<br />
Ao ouvir um trovão em seu quarto, pense melhor pode ser apenas o meu rosnar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/161/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=161&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Por mais de 100.000 almas.</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 01:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem muitos filhos pródigos Pelos nossos campos eles caminham Procurando por esperança Tantas casas desmoronando Isto é uma emergência! Caem lágrimas dos bons Lágrimas pelos perdidos e necessitados Nós choramos para que eles voltem a suas casas Que todas aquelas crianças possam encontrar bons caminhos E que todos aqueles velhos homens tenham paz Pai, eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=160&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitos filhos pródigos<br />
Pelos nossos campos eles caminham<br />
Procurando por esperança<br />
Tantas casas desmoronando</p>
<p>Isto é uma emergência!</p>
<p>Caem lágrimas dos bons<br />
Lágrimas pelos perdidos e necessitados<br />
Nós choramos para que eles voltem a suas casas<br />
Que todas aquelas crianças possam encontrar bons caminhos<br />
E que todos aqueles velhos homens tenham paz<br />
Pai, eu gostaria de guia-los para suas casas</p>
<p>As escolas agora são casas<br />
As igrejas acampamentos<br />
Amor e piedade<br />
Eu gostaria de ver esta geração<br />
Crescendo sem se desesperar</p>
<p>Pecadores, essa é a hora de seu perdão<br />
Crianças vejam a glória<br />
Meu único pesar é agora não estar lá para ajudar</p>
<p>Encontrem a paz aqueles que partiram. O tremor não tirará sua paz<br />
Não lembrem do terremoto.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/160/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=160&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Fé</title>
		<link>http://opragmatico.wordpress.com/2010/01/23/fe/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 20:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha mãe disse a sua criança Que me tempo estava chegando Mas eu ainda sofria por minha fúria Eu vivia em uma guerra que não podia ser vencida Eu disse a meu pai Acredite em mim, eu estou entregando minhas armas Eu agora estou quebrado como tudo que viu minha raiva Perdoe seu filho teimoso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=158&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha mãe disse a sua criança</p>
<p>Que me tempo estava chegando</p>
<p>Mas eu ainda sofria por minha fúria</p>
<p>Eu vivia em uma guerra que não podia ser vencida</p>
<p>Eu disse a meu pai</p>
<p>Acredite em mim, eu estou entregando minhas armas</p>
<p>Eu agora estou quebrado como tudo que viu minha raiva</p>
<p>Perdoe seu filho teimoso</p>
<p>Tudo que ele me disse foi, mantenha a fé</p>
<p>Eu sei que você vive entre tempestades</p>
<p>Mas não deixe seu amor se transformar em ódio</p>
<p>Todos precisam de alguém para amar</p>
<p>Diga meu filho, quando te machucam, como é guardar tudo para si?</p>
<p>Quando você sangra e te perguntam, como é mentir?</p>
<p>E nesse dia eu disse, eu mantenho a fé pai</p>
<p>Eu sei que nunca é tarde para sair desta tormenta</p>
<p>Perdoe-me pai eu venho tentando</p>
<p>Não me transformar em um monstro do orgulho</p>
<p>O amor nunca se transformará em ódio, deixo isso para os nossos ancestrais</p>
<p>Eu venho mantendo a fé.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/158/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=158&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Chave para a paz.</title>
		<link>http://opragmatico.wordpress.com/2010/01/18/chave-para-a-paz/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Feche seus olhos como se estivesse prestes a morrer Não existem mentiras ou defeitos na luz do luar Não há como  se esconder A única chance que temos é entregar nossa vida a nossa causa Então venha comigo, eu sou  tudo aquilo que você precisa Ou eu nunca mais a deixarei ver Que eu tenho [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=156&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feche seus olhos como se estivesse prestes a morrer</p>
<p>Não existem mentiras ou defeitos na luz do luar</p>
<p>Não há como  se esconder</p>
<p>A única chance que temos é entregar nossa vida a nossa causa</p>
<p>Então venha comigo, eu sou  tudo aquilo que você precisa</p>
<p>Ou eu nunca mais a deixarei ver</p>
<p>Que eu tenho a chave para a paz eterna</p>
<p>Me sacrifico para alcançar a liberdade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/156/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=156&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Filhotes</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 17:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Não venha, fique em seu mundo de conforto, não se arrisque, não tente mudar sua realidade, fique longe dos Harben&#8230; Parece que a inteligência é o ponto forte em minha fera, a paciência parece ter sido algo trabalhado pela própria natureza, aqueles que carregam o sangue de Hasselt devem cumprir suas tarefas com astúcia e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=153&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não venha, fique em seu mundo de conforto, não se arrisque, não tente mudar sua realidade, fique longe dos Harben&#8230; Parece que a inteligência é o ponto forte em minha fera, a paciência parece ter sido algo trabalhado pela própria natureza, aqueles que carregam o sangue de Hasselt devem cumprir suas tarefas com astúcia e garra. Mas essa vida não foi a escolhida, me deram essa vida, eu não pude escolher&#8230; Mas hoje eu não reclamo, pude ajudar muitas pessoas.</p>
<p>Lembro da primeira vez que ajudamos aquelas pessoas, e eles olharam agradecidos e disseram, que ótimo que mandaram ajuda! Aquela mãe chorando, a criança gritando e foi a primeira vez que me vi como algo bom. Depois daquilo eu queria todas as batalhas, eu andei por muitos lugares, avistei tantas coisas&#8230; E quando nós cantavamos na fina chuva eu não tinha arrependimentos.</p>
<p>O que ninguém sabia é que eu queria partir, mas ninguém pensava em me deixar ir, mas assim eu quebrei a primeira regra e as coisas  começaram a mudar, eu fiz um acordo com a dama de preto e ela me permite lembrar de ótimos momentos&#8230; E agora eu vejo tudo que sempre quis, mas não posso ter, a dama cobra seu preço.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/153/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=153&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A dama</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 14:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>opragmatico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez todo esse tempo nessa desenfreada busca tenha sido em vão. Hoje entendo que o que busco não pode vir de outra pessoa, pois fatalmente são todas relapsas e raramente conseguem entender como pensamos, a única mulher capaz de me fornecer a paz que preciso, a única mulher que não me deixará decepcionado será a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=150&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez todo esse tempo nessa desenfreada busca tenha sido em vão. Hoje entendo que o que busco não pode vir de outra pessoa, pois fatalmente são todas relapsas e raramente conseguem entender como pensamos, a única mulher capaz de me fornecer a paz que preciso, a única mulher que não me deixará decepcionado será a última dama que beijarei, a última das mulheres a dividir a cama, a dama de preto. Muitos tentam fugir do seu abraço, mas ele é confortante para quem viveu uma vida de soldado, para quem precisa da paz, para quem não quer mais se preocupar, a morte é uma amiga para a maioria de nós, mas alguns ficam tão insanos pelo poder que se esquecem de onde viemos, aguardo o dia que tombarei e meu sangue cairá da mais alta mão, a mão de Deus, e me levará para um lugar onde os lobos observam as estrelas e não choram, onde eles correm ao som de passaros e brincam uns com os outros como uma bela família, mas se em minha morte eu encontrar um campo de batalha eu me curvo resignado ao meu destino, não desgosto de viver entre lutas, mas seria mais feliz se não tivesse que me preocupar com problemas normais, ficaria feliz em não ouvir minha mãe reclamar por algo tão banal&#8230; Ficaria feliz em não ter que me sacrificar para manter minhas amizades e ficaria feliz em não ter que me preocupar com problemas normais em um relacionamento que as vezes sinto afundar. Se eu encontrasse um campo de batalha eterno a minha espera eu sorriria e diria a morte que ela é de fato muito previsível, mas aguardo pelo seu beijo quando não mais terei que chorar, rosnar e machucar por meus pais, amigos ou namorada.</p>
<p>Mergulhado em intensos pensamentos que me assombram a algum tempo eu não consigo imaginar um outro futuro a não ser o fim, estou cansado de contar com a esperança, e não mais quero tentar entender certas coisas, agora a única coisa que não me impede de sumir são vocês minhas crianças.</p>
<p>Hasselt.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opragmatico.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opragmatico.wordpress.com/150/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opragmatico.wordpress.com&amp;blog=8688816&amp;post=150&amp;subd=opragmatico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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